sábado, 6 de junho de 2020

No sorvedouro.




Através de um alvitre, o líbito regressa e as elucubrações doidivanas são intermináveis.
Os haveres não são a vicissitude, não é esse o caso.
Enquanto a pessoa que entende o tamanho de sua existência, é julgada triste, o tribunal é leigo.
E quem são essas pessoas? Foda-se.
Todo dia, toda hora. Zona sul, dia frio, noite fria, tempo seco.
Uma pessoa vindo em sua direção, sujo, mal vestido, mal encarado, um biltre populacho.
Medo? Talvez.
O receio de uma abordagem, preconceito.
É o nada do nada sobre um poço de coisa nenhuma. 




Daquele maldito momento, ate hoje.





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